O telefone

fedee82fb1153e332cdf33f583fbbbb0“Lembro-me quando conhecia de cor os números de telefone de toda a família e amigos. Recordava cada um. Sinto nostalgia dos tempos em que compunha o número num daqueles telefones com a roda da fortuna. Colocava-se o dedo no buraquinho do número que queríamos marcar, rodávamos no sentido horário até à vírgula de metal e largávamos. E de novo, o dedo no furo, desenhar um círculo no sentido dos ponteiros do relógio e largar. O meu preferido era obviamente o zero. Que saudade! Na minha infância, em cima de um napperon, tínhamos um daqueles modelos que até tinham um pequeno auscultador para permitir a uma terceira pessoa participar à conversa pela escuta.” (capítulo 3)

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